Infinitos azuis, um convite a habitar a terra na suavidade das minúcias poéticas, escondidas no rastro da poeira estelar ou no infinito de um céu azul, seja na pétala que acaba de cair ou na gota que ensaia se soltar depois da chuva.
Um tempo pra se conectar com a porção mais íntima do ser num lugar onde a poesia se torna abrigo, sustentação, fortaleza. Na ciánotipia a escuridão revela sua luz em fundo azul, abrindo espaços oraculares, em nós!
" De um lado a outro do percurso, não sei o que existe, o caminho caminha, eu deslumbro-me quando o tempo se suspende, e me permite parar a contemplar o espaço sem tempo." LLANSOL